domingo, 13 de maio de 2012

Ser mãe é desafiador.


Mesmo com o passar do tempo, o adulto ainda pode sentir falta do colo da sua mãe. Creio que deve ser por isso que todos seremos sempre seres querentes e carentes, pelo colo da Mãe.

Ansiamos pelo paraíso perdido.

Só a mulher tem este privilégio de ser mãe.

Só a mulher tem o prazer de ser mãe.

Mãe no sentido amplo da palavra.

Mãe em conceber, nutrir, cuidar, imprimir valores nobres que influenciem não somente sua vida pessoal, mas dos outros ao seu redor.

Não deixem com que a corrida desenfreada ao redor de si mesma lhes roube do prazer de ser mãe.

Escolha, mas escolha consciente, sem imposições, sem medos, sabendo que, ao contrário do que a sociedade atual lhe diz:

SER MÃE É DESAFIADOR!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Lute


Precisamos ser persistentes. Ter consciência de que na busca dos nossos sonhos

 NÃO VALE TUDO

Só vale amar o próximo como nos amamos. Só vale obter um sonho com integridade. Só vale obter um sonho com ombridade. Só vale obter um sonho com honestidade. Só vale obter um sonho com sinceridade. 
Só vale obter um sonho com transparência. Só vale obter um sonho com valores morais e espirituais elevados.

Sonhar é preciso, mas devemos nos conscientizar de quem nem sempre nossos sonhos se concretizarão. Afinal de contas, sonhos são sonhos. Eles nos levam a viver suspirando, lutando, indo em frente com objetivos de alcançá-lo. Eles nos motivam, nos impulsionam a viajar nos delírios, como D. Quixote de La Mancha, que com sua lança e escudo lutava contra moinhos de ventos. Mas, em seu delírio sonhador ele atingiu vidas e as modificou. Como sua doce Dulcinéa, que teve sua vida transformada de uma prostituta caída em uma donzela, pelo encontro que teve com um sonhador delirante.

Sonhar é preciso. Porém, muitas vezes você precisará ser persistente em busca de seus objetivos. Se não conseguir, entenda que pelo menos valeu à pena sonhar e lutar.

Lute, até que você consiga plantar uma flor naquele inacessível chão da sua vida.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Um sonho lindo.



Todas as pessoas vivas sonham. Quando falamos em sonho pensamos primeiro naquela associação de idéias, muitas vezes incoerentes, no subconsciente de quem dorme. Ou pensamos no sonho como ilusão própria de pessoas que vivem fora da realidade. Mas o meu propósito neste texto é considerar o sonho como inspiração legítima de algo possível através do trabalho persistente do sonhador. Devemos muito aos sonhadores que lutaram para que seus sonhos se tornassem realidade.

Somos desafiados a viver na inspiração dos nossos sonhos para que eles se transformem em grandes realidades.

Recentemente folheando uma revista, encontrei a seguinte história que creio ser apropriada para meditar:

" Uma senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, aproximou-se do proprietário, conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos, argumentando sobre a enfermidade de seu marido e sua conseguente impossibilidade de prover o sustento da família. O dono do armazém zombou dela e pediu para que se retirasse do seu estabelecimento. Pensando na necessidade da sua família, a pobre mulher implorou: - Por favor, senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que tiver. Mas ele lhe respondeu que ela não tinha crédito nem conta em sua loja. Em pé no balcão ao lado, um freguês que ouvia a conversa entre os dois, aproximou-se do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família, por sua conta. Então, o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher: - Você tem uma lista de mantimentos? - Sim! - respondeu ela. - Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar eu lhe darei em mantimentos! Não compreendendo a proposta, a pobre mulher hesitou por uns instantes e, com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel e nele escreveu alguma coisa, depositando-o, em seguida, na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança, com o papel desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmo com o marcador da balança, o comerciante se virou lentamente para o seu freguês e comentou contrariado: - Eu não posso acreditar! O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança e, como a escala da balança não equilibrava, pendendo sempre para o lado do pedaço de papel, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido, até que finalmente pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado. Não era uma lista de compras, mas sim, uma oração, que dizia: “Meu Senhor, o Senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isso em suas maõs...".

Posso afirmar que "Um sonho Lindo" é sonhado com Deus, é sonhado por pessoas que são conscientes de suas limitações e dependem de Deus.


Lembre-se, a pessoa que tem grandes sonhos é mais forte do que aquela que possui todos os fatos.

Descoberta.



Olho para o passado com lascas de nostalgia e pontas de melancolia. Caminhos que nunca trilhei hoje parecem bem mais fáceis. Não, não pretendo remontar passado. Desisto de qualquer tentativa de ressuscitar o que jaz sob a decepção.
Também não me prostro no altar do niilismo; descreio da capacidade humana de erguer-se pelos próprios cadarços. Meu existencialismo é frágil, carregado de suspeita.

Incoerências entre discurso e prática me desesperam. A incapacidade de vertebrar o que acredito de coração me enoja. Criei cismas. Rio por dentro; é meu jeito de sobreviver aos ufanismos que tanto me irritam.

Para refazer meu compromisso com a vida, desisto de tentar levar a ferro e a fogo qualquer coisa. Erros me fizeram bem. Boas ações me arruinaram. Amigos me entristeceram. Desconhecidos me acolheram. Quando planejei, empaquei. Por outro lado, inesperadamente a vida deu certo sem planejamento.


Paguei um alto preço por ser indolente. Mas, incrível, quando deixei para o dia seguinte o que deveria fazer hoje, foi bom.

Hei de aprender a não discursar. Almejo ser mais enfático, mas só em ternura; mais brando em afirmações. Pretendo rearrumar minha oratória. Quero voltar a olhar para o nada, como as crianças; a ritualizar os instantes, como os namorados.


Para refazer meu compromisso com a vida, espero envelhecer sem casmurrice.

E que não reste nenhuma nesga de frustração em minha alma. E que eu siga minha vida dizendo: valeu!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Cura Senhor.



Quantos vezes você chorou
Pensando que Jesus se esqueceu de você
E Provações te fazem duvidar do seu amor
E então pra quê viver seria tão mais facíl morrer
Cansado de sofrer você está
Esperando a sua cura chegar

O coraçao quebrado ,
Está cansado de tanto sofrer
E tudo dando errado , você nem sabe mais o que fazer
Mas hoje eu quero mostrar pra você um Deus que pode te ajudar
A sua tristeza e angústia e alegria Tranformar
E uma atitude só Ele espera de você
Abra o seu coraçao e deixe o entrar

Cura Senhor , os coraçoes
Cura Senhor e faz o teu querer
Cura Senhor e faça com que todos possam ver ,
Que és o Único Deus.

(Daniel Ribeiro)

Quem escolhe o caminho menos repetido, abre mão dos aplausos, dos tapinhas nas costas e dos confetes. Na verdade, as pessoas não invejam as conquistas dos grandes heróis, sequer o preço que pagaram, mas cobiçam os aplausos, as ovações e a bajulação dos triunfantes. E tudo isso não passa de vaidade, de um nada de nada.

Amigo, entendamos: o caminho mais usado não leva a lugar nenhum porque termina no inferno da perfeição. Perfeição que cobra dos humanos um padrão que só os deuses mitológicos alcançam. Fuja dessa armadilha que não só fatiga como destrói com o ácido chamado ansiedade.

Nunca pense que jogou a vida fora por não ter alcançado as luzes da ribalta. Jamais inveje os que gravaram o nome na calçada da fama. Tudo vira pó. A glória humana se dispersa em nada. Dedique-se a construir relacionamentos significativos. Priorize os encontros despretensiosos. Doe-se sem esperar recompensa humana.

Escolha abrir sua própria picada. Evite bitolas, cabrestos, vendas, algemas. Escreva a sua história sem se preocupar se alguém vai considerá-la digna de ser publicada. Só você conhece o valor de seus momentos. Um dia, com um suspiro, você também verá que duas estradas bifurcaram e valeu ter viajado pela menos preferida.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Apenas mais um passo.



Vivemos num mundo cada vez mais superficial, em que as pessoas buscam as coisas fáceis, instantâneas e descartaveis, queremos fugir dos relacionamentos que exigem sacrafício, renúncia, perdão e recomeço.

Queremos emoções momentâneas súbitas, fugazes. Só é bom aquilo que é imediato e não exige eforços. Acontece que tudo que tem essas características são realidades que se dissolvem rapidamente. Do mesmo jeito que chegam, partem. Temos medo daquilo que exige intensificação de forças. Fugimos daquilo que exige dificuldade e empenho trabalho e empreendimento. Com isso, quando nos deparamos com os sofrimentos que existem no amor, queremos idealizar um amor sem sofrimento, uma vida inconseguente.

Uma coisa é certa:
sem esforço, garra e renúncia não existe amor.


O verdadeiro relacionamento deve ser cultivado todos os dias, e a cada dia. Sem este cultivo, o menor sentimento negativo vira dor e mata o amor.

Na convivência vamos descobrindo nossas limitações e revelando nossas carências. O pior é que revelamos também carências e limitações que desconhecemos de nós mesmos ou aquelas que nos são conhecidas, mas que desejariamos que permanecessem ocultas.
Amizades que se solidificaram pelo caminho torturante e doloroso da angústia são mais fortes que as nascidas da simpatia.
A gente vive como quem nada, pedala ou corre. Viver é uma travessia que, muitas vezes, parece impossível.

Os percalços da viagem, inesperados. Até os parceiros que nos acompanham não são sempre dignos de confiança.

Quando achar que não tem mais forças, dê mais uma braçada, mais uma pedalada, mais um passo.

O Espírito de Deus lhe ajudará a seguir adiante!


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Com Carinho.



Para meus amigos, uma receita para 2012:

- Não se impressione com a verdade dos apressados.

- Não se acompanhe de matemáticos existenciais.

- Não tema as distâncias.

- Não sufoque as saudades.

- Não trate Deus como um absoluto.

Todos os que se encontram perdidos, abandonados e tristes precisam lembrar que o maior desejo de Deus e o que traz mais alegria ao seu coração é quando ele segura na mão dos seus filhos para ajudá-los a vencer as barreiras intransponíveis e os desafios angustiantes.

Em 2012, a história continuará. Dores se misturarão à felicidade. Experimentaremos perplexidade e esperança, luto e festa, descaso e solidariedade; rindo ou chorando, precisaremos aprender a fazer música com as cordas que nos restarem.

Com carinho.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Não leve ressentimentos para 2012.


Ressentimento é sentir de novo. É deixar ressoar o sentimento experimentado.

Leve pessoas. Sendo necessário, perdoe ou peça perdão. Geralmente as duas coisas serão necessárias, pois ninguém está sempre e totalmente certo. Respeite as pessoas que não quiserem fazer a mesma viagem com você.

Não existe nenhuma pessoa no mundo que não tenha passado ou que não esteja passando por uma situação que possa gerar ressentimento. De todos os problemas que machucam um coração, o ressentimento é o mais difícil de ser enfrentado, pois além de machucar ele torna-se uma fonte de novas feridas.

O coração não tem a menor condição de hospedar nada que seja negativo. Feito para o amor, ele não sabe como lidar com nada que não seja o amor.

De nada adianta ficarmos imaginando como seria lindo um mundo sem problemas e como seria maravilhosa uma relação sem atritos. Além de não ajudar a criar esse mundo ideal, tal imaginação cria dificuldades para conviver com o mundo real.

Não faça nada que cause danos à sua consciência. Ouça todo mundo que você confia, tome as suas decisões, e assuma as responsabilidades. Não se importe em contrariar pessoas que você ama, pois as que também amam você detestariam que você fosse falso com elas ou se anulasse por causa delas

Deus cuida de mim cooperando comigo para dar significado positivo a todas as minhas circunstâncias, inclusive para transformar em bem o mal que veio contra mim.

Quando o ressentimento existe na alma, ele suga tudo de bom que passa pela nossa órbita. Passa um sorriso, mas ele é sugado pelo ressentimento; passa uma oportunidade de sermos generosos, mas ela é sugada; passa uma amizade, mas ela é sugada, e assim vai, até que resultado é que a pessoa fica aprisionada na escuridão e, assim : ela não sorri mais, não consegue mais fazer amizades, não é capaz de agir com generosidade, não se doa mais, não acredita em mais nada, perde a esperança e não vê mais graça na vida.

Quando a alma é um buraco negro, o mundo todo é escuro.

Para pensar......

Estavam no meio da mata um mineiro e seu parente da cidade grande. De repente surge um terrível leão rugindo na frente dos dois. Um olhou para o outro. Imaginem o que devem ter pensado. O mineirinho, sossegado, se assentou num toco de árvore, retirou a pesada bota que estava usando e colocou um tênis muito mais leve e macio. O parente começou a rir e caçoar do coitado do mineirinho.

- Deixa de ser bobo. Você acha que com este tênis vai correr mais do que um leão?
O mineirinho, já se levantando, respondeu:

- Eu não estou pensando em correr mais do que o leão. Eu só preciso correr mais rápido do que você!

O TÊNIS QUE NOS FAZ CORRER MAIS RÁPIDO DO RESSENTIMENTO É O PERDÃO.

Colocando os pés no chão.

As pessoas podem diferir em suas perspectivas políticas e religiosas, filosofias de vida, perfis psicológicos, cultura e raça, mas todos, sem exceção, querem ser felizes. A felicidade é a meta do pobre e do rico, do erudito e do ignorante, do santo e do pecador, do ateu e do crente, do ascético e do indulgente. É por causa da felicidade que aspirantes espirituais oram, trapaceiros trapaceiam, açambarcadores açambarcam, caridosos entregam-se à caridade, bêbados bebem, ladrões roubam e penitentes se arrependem. Almejando felicidade uns se casam, outros se divorciam, alguns cometem suicídio e outros se tornam homicidas. E no entanto, a perseguição à felicidade resulta numa tentativa caótica, absurda, infrutífera. Ninguém tem certeza de como alcançá-la. Nenhum ramo de estudo nos trouxe qualquer conhecimento a respeito do segredo da felicidade. A religião enfatiza a salvação e a filosofia, a busca da verdade. Os moralistas falam a respeito do dever e os psicólogos nos pedem que enfrentemos e convivamos com a infelicidade. Os cientistas pouco se importam com nossos sentimentos e os economistas dão valor tão-somente à riqueza e prosperidade. Nenhum deles se dedica ao problema da felicidade. Em busca da felicidade as pessoas freqüentemente se comportam de forma estranha. Alguns ficam felizes quando os outros estão felizes, alguns são felizes quando os outros são infelizes e existem até mesmo aqueles que são felizes quando eles próprios são infelizes. Uns têm esperança de comprar a felicidade enquanto outros há que tentam usurpá-la do próximo. Há aqueles que buscam alcançar a felicidade através do domínio, pelo poder; outros, no apego às coisas. Desta forma, estamos todos, constantemente, perseguindo a felicidade ao invés de sermos felizes. Não admira, portanto, que nasçamos chorando, vivamos nos lamuriando e morramos frustrados."

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.

Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Obrigado Senhor



Texto de Leonardo Viola Rezende, Filho querido.
Neste momento minhas palavras fogem, amedrontadas, duvidosas de si. Reconhecem que nenhuma delas poderiam, ao menos, almejar uma expressão plena do que nos envolve, do que nos mantém, seria como querer explicar Deus e Seus planos. Não nos faltou amor no vale das sombras, e com este, sinto a inspiração da vida ao enxugar meus olhos, sejam lágrimas de tristeza, sejam lágrimas de alegria. Quanto ao tesouro, os palpáveis enterrem antes de minha morte, pois o que levarei comigo não se pode tocar, não se compra e nem se vende. Sou mais eu porque sou vocês, espelhos de minha alma. Minha forca tem nomes e endereço, mas seja virando a esquina ou cruzando fronteiras, sinto a mão de meu pai em meu ombro, sinto as mãos de minha mãe em meu rosto, sinto os braços de meu querido e muito amado irmão envolvendo meu tronco, sinto a oração forte de minha vó e sinto os dedos de minha noiva, Mariana, entrelaçando os meus. Marcelo, minha destra atingiu sua face inúmeras vezes, me pergunto quantas vezes seria necessário um punhal entrar no meu coração para que eu me perdoasse por um único ato insano destes? Meu pai, quantas vezes me voltei contra o Sr. e minha mãe? e quantas vezes precisaria, eu, morrer, para que eu ouvisse a voz de vocês uma única vez? O amor de vocês sempre me trazia de volta, sempre havia um banquete a minha espera, como posso explicar isso? Não me atrevo! Quão longe vai este amor? Desafia e surpreende pessoas, comove, aquece, acalma, ensina. Este eh meu legado, pode ser seu, e seu, seu e seu também. Eh verdadeiro, eh incondicional, eh nosso prezar, nossa missão, espalhar, difundir este amor. Amor, talvez seja esta a palavra que jamais se amedrontara e que explicara todas questões as quais vocês não tem resposta. Obrigado meu Senhor.